Entre cérebro, cultura e propósito: o que realmente nos faz evoluir?
…Resiliência neural, organizações vivas e o poder da inspiração humana. Boa leitura!! :)
POST
Neurociência da resiliência: como o cérebro se adapta em resposta a desafios?
Nosso cérebro é muito mais maleável do que imaginamos — e é justamente essa flexibilidade que sustenta a resiliência. Neste post, exploramos como estruturas e neurotransmissores trabalham juntos para transformar o estresse em aprendizado e fortalecimento emocional. Entenda como a neurociência explica o que acontece dentro da sua mente quando você enfrenta desafios — e como é possível treinar o cérebro para reagir com mais equilíbrio e clareza diante das adversidades.
NOTÍCIAS
Organizações viscerais: cultura organizacional, negócios, inovação estratégica e regeneração.
E se as empresas fossem organismos vivos: com pele, vísceras, consciência e propósito? Neste artigo, Léo Vitor Redondo convida a repensar a cultura organizacional sob uma ótica visceral: mais humana, sistêmica e regenerativa. A partir de autores como Taleb, Senge, De Geus e Laloux, ele propõe uma reflexão sobre o papel das lideranças e das organizações em um mundo que exige autenticidade, aprendizado contínuo e impacto positivo real. Um mergulho profundo em como as empresas podem deixar de ser máquinas e se tornarem organismos vivos, que aprendem, se adaptam e regeneram.
DICA DE CONTEÚDO
Criatividade ou viagem na maionese?
Neste bate-papo com Luciano Vicenzi e Amauri Pontieri, o tema é a criatividade como uma das habilidades mais valorizadas do século XXI e como ela se manifesta entre o “viajante na maionese” e o “realista de freio puxado”. A conversa passa por temas como educação, inovação, interdisciplinaridade e cultura organizacional, trazendo exemplos reais e reflexões sobre o que faz um ambiente fértil para ideias novas surgirem. Um spoiler: às vezes, a ideia mais genial pode vir justamente de quem ninguém esperava!
UM PASSO A MAIS
Quem te escolhe?
Quem nunca sentiu aquele frio na barriga de ser o último a ser escolhido no “par ou ímpar” da infância? Pois é, talvez esse mesmo sentimento ainda apareça hoje, no ambiente de trabalho, quando surgem novas oportunidades, projetos ou mudanças. Será que você também sente medo de não ser escolhido? Ou conhece alguém que vive isso? Neste Shorts, Luciano Vicenzi explica por que esse sentimento é mais comum do que parece e o que fazer para transformar essa sensação em protagonismo real.
Até a próxima edição! :)
@softwaremental


